ITE e certificados, antes que doam.
As inspeções de edifícios, o livro do edifício e os certificados energéticos têm todos prazos — e coimas quando escapam. Controlamos todos, marcamos os técnicos, orçamentamos o custo com um ano de antecedência e submetemos a papelada a tempo, sempre.
Os três papéis que todo o edifício deve.
A ITE — a inspeção periódica do edifício
Uma inspeção técnica que verifica se a estrutura, as fachadas e as instalações estão seguras. Se e quando o seu edifício a deve depende da sua idade e do município — conhecemos as regras da sua câmara e a data do seu edifício, para que a inspeção aconteça no nosso calendário e não na coima do inspetor.
O livro do edifício — a sua memória
Cada obra, garantia, certificado e registo de manutenção, num só processo. Os edifícios mais recentes são obrigados a mantê-lo; qualquer edifício fica a ganhar com ele — sinistros, vendas e candidaturas a subsídios andam todos mais depressa quando o edifício consegue provar a sua própria história.
Certificados — com data de validade
Certificados energéticos das partes comuns, inspeções de elevadores, verificações elétricas e de segurança contra incêndios — cada um com o seu relógio de renovação. Nenhum é difícil; todos são fáceis de esquecer. É por isso que é o calendário, e não a memória, que os carrega.
Ninguém se esquece de propósito.
Os prazos de cumprimento escapam pela razão mais humana que há: são de toda a gente e de ninguém. A nossa resposta não tem glamour e funciona — cada obrigação, cada edifício, um calendário, revisto no dia em que assumimos um condomínio.
Uma inspeção é apenas o primeiro passo.
Por vezes a inspeção encontra defeitos que têm de ser corrigidos dentro de um prazo próprio. Isso não é uma crise — é um projeto: orçamentos comparados, votação do condomínio preparada, subsídios verificados e obras fiscalizadas até a reinspeção as validar. A máquina para isso está aqui ao lado.
Obras, reabilitação e subsídios →Contactos e informação
Diga-nos a morada e a idade do seu edifício — voltamos com o seu quadro de cumprimento. Abaixo, as perguntas que os conselhos fazem sobre inspeções e papelada.
As perguntas que os conselhos fazem
O nosso edifício precisa mesmo de ITE?
Depende da idade do edifício e das regras do município — as duas coisas que verificamos primeiro. Diga-nos a morada e o ano e damos-lhe uma resposta direta, com os prazos aplicáveis.
O que acontece se simplesmente não a fizermos?
Os prazos trazem coimas, e uma inspeção em atraso tem o hábito de aparecer nos piores momentos — num sinistro, numa venda, numa candidatura a subsídio. Cumprir a tempo é sempre o caminho mais barato.
E se a inspeção encontrar problemas?
Então encontrou-os antes de eles o encontrarem a si. As obras de correção decorrem como qualquer projeto nosso — orçamentos, votação documentada, fiscalização — com a reinspeção marcada para o processo fechar validado. Veja como decorrem os projetos.
O que é exatamente o livro do edifício?
O processo do edifício: obras, garantias, certificados e histórico de manutenção num só sítio. Os edifícios mais recentes têm de o manter; qualquer edifício ganha com ele — sinistros, vendas e subsídios andam todos mais depressa com o histórico em ordem.
Quem paga as inspeções e os certificados?
O condomínio — e é precisamente por isso que os pomos no orçamento com um ano de antecedência. Um prazo planeado é uma rubrica; um prazo descoberto é uma quota extraordinária.
Podem assumir um edifício que já está em atraso?
Sim. Mapeamos o que está em falta, falamos com a câmara municipal e agendamos o caminho honesto mais rápido de volta ao cumprimento — é um resgate familiar, e começa por saber exatamente qual é a sua situação.